quinta-feira, 5 de maio de 2011

TAÍ O NOME DO MANGUEIRÃO


Domingo fui ao Mangueirão e assisti ao primeiro tempo do RE-PA.

Passei pelo portal e vi que não havia referência de quem empresta nome ao estádio.

Postei É SACANAGEM DA GROSSA, criticando a falta do verdadeiro nome do nosso Mangueirão, que é olímpico, sim, mas que tem um nome. E que nome!

Hoje, ao ir ao DETRAN selar o meu “gostosinho”, vi que a SEEL fez justiça ao colocar uma sobre placa com o verdadeiro nome do “Colosso do Bengui”.

Louvo a atitude do secretário Eiró.
É o que há!

O "EMEIO" DO BLOGONAUTA

Querido Zeca,
Teu blogue passou a ser obrigação de leitura minha cedo, antes de sair para trabalhar, e à noite antes de dormir: parabéns, mas não consigo postar comentário. Precisas contratar um web design para formatar teu blogue para que nós teus seguidores possamos postar nossas ideias. Como dizes que não és dono da verdade fica a ideia e tens que criar o TWITTER para dá mais agilidade às tuas postagens no blogue.
Concordo com o teu pensamento que “dinheiro não tolera birra, burrice, blefe, birutice e bobagem” postado no último parágrafo de FATOS, NÃO PALAVRAS, PRESIDENTE, todavia, acho que o Luís Omar está certo em isolar essas caras manjadas que estão no Paysandu há muito tempo e alguns nunca fizeram nada pelo clube.
Rui Sales que tu chamavas de “vagabundo social” quando ele foi diretor de futebol e que foi campeão graças à dinheirama que o Asdrúbal Bentes botou no clube? Lembras que ele te proibiu de entrar na sede? Quem pegava o dinheiro do clube e ia prá Verônica ou Creuza? Já esqueceste?
Ricardo Rezende fez muito pelo Paysandu e continua fazendo financeiramente, mas ele faz do clube o que faz na Assembleia Paraense em que todos têm que lhe render obediência e faz o presidente que quer. Que democracia é essa? O Paysandu não é do Rezende e isso ficou claro quando foi prá luta pra reeleger Luís Omar.
Bira Lima, que tu puxas o saco dele (é estranho este teu comportamento), serviu àquele que tu chamas de o maior corrupto que passou pelo clube - Tourinho e família. Tem um plano para construir uma arena com a cara da BIG BEM e projetado pelo filho dele. Isso não é nepotismo? Este Bira Lima é um dos muçuns ensaboados do nosso esporte. Mais liso que o Nunes e o Zé Ângelo.
E aqueles advogadinhos que ficam a encher o saco do Luís Omar? Fizeram o que?
Vibro quando tu escreves que o Guilherme Guerreiro e a turma dele não têm moral prá criticar ninguém do esporte paraense, principalmente o Luís Omar. Perfeito o teu raciocínio: eles servem o maior corrupto da política brasileira; e o Tourinho?
O Cláudio Guimarães ontem no programa das 12h da Rádio Clube deu no queixo do Castigado, que tentava passar uma notícia mentirosa, mas o Cláudio Guimarães foi feliz em desmenti-lo no ar sobre valores dos ingressos do jogo Remo e Tuna.
Se for verdade que o Luís Omar já botou mais de um milhão de reais do seu bolso dentro do clube, não tem porque ficar bajulando esses caras que há no nosso Paysandu. O Miguel Pinho quando botava o seu dinheiro no clube alguém tinha coragem de encarar o homem do sapato branco?
Vou ao teu restaurante aos sábados e não te vejo por lá. Gostaria de tomar uma geladinha conversando contigo. Quando o BOLA NA ÁREA voltará aos domingos, 12hs? Obrigado se publicares estas linhas.
Favacho Gê

MINHA RESPOSTA
1º - Estou propenso a reformular meu blogue e criar o tuíter;
2º - Respeito seu pensamento com relação aos desportistas Rui Sales, Ricardo Rezende e Bira Lima, mas não concordo, em parte: tenho ojeriza a chalacismo; discordei muito do Rui quando presidente do clube e fui sim "persona non grata", mas nunca me peitou e nem me ameaçou; continuamos divergindo dentro dum limite civilizado; quanto a sua insinuação do destino do dinheiro do PSC, prá mim é irrelevante porque nunca divulgui essa notícia, e não tente colocar na minha boca o que você pode assumir;
3º - Guilherme Guerreiro: manda emeio prá ele e aguarda pela resposta.Du-vi-do!
4º - Com relação ao nosso encontro telefona-me (9981-6509) que estou disposto a conversar com você. Gostei dos questionamentos!
É o que há!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DISK BIG BEN: 3201-3000

OPs! É O MEU PENSAMENTO

Dá-me engulho ao ligar o rádio e ouvir analista esportivo consagrado dizer que “acha que o valor de R$ 20.00 para CR X TUNA está caro”.

Primeiro não sabe o comentarista esportivo que quem “acha” não tem convicção no que está dizendo. Pega mal para jornalista, radialista, professor e advogado fazer uso do “achismo”.

Jornalismo esportivo não é “eu acho que”; quem diz muito “eu acho” não tem fundamentação racional; não tem lógica.

Diz Marilena Chaui: “Não se trata de dizer “eu acho que”, mas de poder afirmar “eu penso que”.

Com relação ao valor da arquibancada para o Remo e Tuna - R$ 20.00 - é uma questão de valorização do seu produto, embora no futebol os que se arvoram a defender menor preço para o futebol paraense esquece que são profissionais autônomos e não gostariam que terceiros dessem preços nos seus trabalhos; ou: quanto vale um comercial das emissoras que fazem futebol em Belém?

Apresentador de programa radiofônico matinal fez pesquisa com os ouvintes da emissora sobre o valor do bilhete para o jogo de segunda-feira no Baenão. É um absurdo! Talvez por falta de assunto.

“Aquilo que eu não posso falar como cidadão, não devo falar ou escrever como jornalista”. É uma máxima que vale prá àqueles que adoram discutir valores dos ingressos de futebol em Belém, alegando que quem vai ao estádio - a maioria - é pobre. E que dizer das festas de aparelhagens na periferia de Belém? R$ 20.00 o ingresso e R$ 15.00 um balde com 4 latinhas de cerveja.

O exemplo de como são administrados os nossos clubes: Vice-presidente do Remo, médico Paulo Motta, telefona para o presidente da Tuna, advogado Fabiano Bastos, e acerta com este o valor de R$ 20.00 o valor da arquibancada para o jogo de segunda-feira, à noite, no Baenão. Acordado.

Paulo Motta tenta contato telefônico com o presidente do Remo, engenheiro prefeito do campus da UFPA, Sérgio Cabeça para fazer o comunicado do acerto com o cartola luso - não conseguiu.

À tarde quando Paulo Motta falou com Cabeça, este diz que já havia mandado confeccionar os ingressos no valor de R$ 20.00.

A administração “faz de conta” dos nossos clubes “é evidente até para um cego”
É o que há!

TUDINHO


“QUEIMADO”Wandik diz prá Deus e o mundo que pensa ser presidente do Paysandu um dia. É um sonho!
Mas, já começou errado: assinou ficha de adesão a Novos Rumos.
Esquece Wandik que os “cabritos” estão sendo cevados numa caixa de sapato e o Luís Omar e aliados farão o sucessor.

“QUEIMADO II”A atuação do apitador Andrei Silva e Silva à frente do jogo Cametá 2 x 1 Paysandu, 24.04, lá no Parque do Bacurau, deixou dirigentes bicolores chateados.
Se tivesse atuação convincente, segundo caprichos dos bicolores, o Paysandu iria indicar apito local para o RE-PA.
Delson e Joelson, os dois melhores árbitros do Pará (e honestos) merecem credibilidade.

INTRAGÁVEL
Os três repórteres setoristas - Liberal Marajoara e Clube - não querem ouvir falar o nome do
goleiro Lopes.
Pediram ao assessor de imprensa do Remo que não o levem á sala de imprensa para ser entrevistado.
Dizem os profissionais que ele fala mal de Belém e é do tipo “chinelinho”.
Domingo, após o RE-PA, Lopes põe a cara na porta do vestiário e indaga a um repórter o resultado do jogo São Raimundo e Castanhal.
Fez-se de mouco e o goleiro ficou com cara de égua.

LADRÃO
70 ingressos do clássico de domingo desapareceram do Baenão.
Ninguém sabe ninguém viu.
O que causa espécie é que sai presidente e entra presidente no CR e o tal de Mário Sérgio continua incólume no departamento que cuida dos ingressos dos jogos do CR.
Ele era funcionário de um banco que faliu em Belém e foi levado para o Remo pelo ex-presidente Raimundo Ribeiro, primeira administração.
Por assim dizer, permanece no cargo até hoje.

VISÃO
Ao ser entrevistado pelo repórter Agripino Furtado, da Rádio Liberal, Mendes disse:
“Se o Elvis me passa a bola eu faria o gol, porque já tinha observado a posição do Lopes”. Taí um jogador macrodimensional.

MUDANÇA
No portal do Mangueirão, pela Augusto Montenegro, tem uma nova placa denominando o Mangueirão de: ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ.
O verdadeiro nome do Mangueirão é: EDGAR PROENÇA.
Será que estão querendo nomeá-lo com nome de político?
No governo passado lá estava: ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ "EDGAR PROENÇA". Justo.

2014
Este blogueiro apostolado não tem dúvida de que a Copa de 2014 será realizada no Brasil e que o caneco será da Canarinho, inobstante os atrasos nas implantações dos canteiros.
As obras de estádios e transportes foram orçados e financiados pelo BNDES e CEF em R$ 17,5 bilhões, mas a “baba” só será liberada com garantias dos governos estaduais.
Para a FIFA não interessa Mangueirão e área adjacente existente, o que importa é a construção de novas arenas para que executivos da FIFA ganhem a “ponta” e que “ponta”.
As arenas serão construídas de afogadilho (obras emergências) com dispensa de licitação. E assim os preços serão estratosféricos. E quem pagará a conta é o pobre do contribuinte brasileiro. E o Brasil se tornará um enorme valhacouto. Tudo em nome da Bola.
Vale tudo pela hexa!

XIITAS
"Oposição é como cachorro, que só deixa de rosnar quando retoma o osso"

A MORAL
"O homem que culpa as circunstâncias fracassa e não vê que o incapaz é ele mesmo"
(Esopo)
É o que há!

terça-feira, 3 de maio de 2011

DISK BIG BEN: 3201-3000



ERRATA

Duas: grafei EDEGARD em vez de EDGAR; e 1991 em vez de 2002.
É o que há e boa-noite!

SUA MAJESTADE A TORCIDA

(Bira Lima)

Quem diria? Um domingo sem @ChuvaDasDuas. Uma tarde ensolarada como uma tarde de julho. Sol a pino. Tarde digna de um clássico Paysandu e Clube do Remo. Arena cheia para assistir um grande espetáculo de futebol, como nos velhos tempos de Chico Spina, Dario, Cacaio, Quarentinha, Vandick, Mendonça, craques que fizeram história juntamente com todo um elenco de gladiadores que passaram pelo nosso Paysandu. Saudades...

Mas, os jogadores em campo não nos proporcionaram um espetáculo que o dia, a tarde e nós merecíamos. Foi um jogo morno, sem que sentíssemos das arquibancadas , algum espírito de luta, amor, garra e outros requisitos que fazem parte daqueles que vestem este manto sagrado de tantas glórias, vitórias e de tantas conquistas.

Os comentaristas ao fazerem a leitura do jogo, disseram que foi um tempo de cada time, com alguns senões, também foi o jogo que vi. E qualquer outro resultado diferente de um empate, não seria justo, pelo o que os dois times fizeram nos noventa minutos do jogo.

Mas voltando ao evento como um todo, muito me surpreendeu sua organização a começar pelo trânsito, segurança e acesso ao estádio. Aos sair, logo que encerrado o dérbi, as surpresas continuaram acontecendo, novamente com a organização do trânsito, levamos 20 minutos aproximadamente do estádio ao centro da cidade. Trânsito em todo o percurso sem engarrafamento. Inédito! Coisa de primeiro mundo. E olhem que foi um jogo com 25 mil pessoas. Parabéns aos envolvidos nessa organização, o que fica claro nossa evolução nesse item importante para sermos referência na administração de grandes espetáculos de futebol.

Nos matutinos de segunda feira nada de notícias de violência entre as torcidas “organizadas”, clara demonstração de que a segurança funcionou a contento, diferente do que ocorreu em outros estados e que foi matéria nos principais meios de comunicação.

Meus parabéns às nossas Polícias Militar, Civil e demais envolvidos.

No caminho para o campo, nos bairros por onde passávamos víamos os bares cheios, com bandeiras de times do sul e sudeste, nos assustando, fazendo-nos pensar por minutos que estávamos em Manaus ou mesmo em São Luiz, e que não teríamos público no clássico.

E o espetáculo!!!! A dona foi a torcida paraense, foi ela quem deu o verdadeiro espetáculo que esperávamos dentro das quatro linhas. O espetáculo aconteceu nas arquibancadas e cadeiras do Mangueirão, Alacid Nunes, Edgard Proença, Olímpico, sei lá, mesmo num domingo de clássicos no Rio e em São Paulo, e como se tudo isso não fosse bastante, com o dérbi sendo transmitido para nossa capital, mesmo assim ela se fez presente em número significativo no jogo. Prova maior que a chama e a paixão ainda estão acesas em nossos corações.

O show proporcionado por elas, com bandeiras, faixas, fogos de artifícios, etc. foi realmente digno daquele domingo de verão. A festa foi só dela. Tomara que essa cena se repita em todos os sentidos, em todos os clássicos, para que possamos nos sentir seguros e tranquilos dentro da arena do jogo.

Seria injusto de nossa parte se deixássemos de evidenciar o papel que a criticada imprensa esportiva paraense teve, mesmo com as dificuldades lhe impostas, contribuiu para que tivesse esse público no jogo. A semana toda informando e clamando para a presença dos torcedores. E pasmem, tivemos no Mangueirão, 25 mil pessoas, só inferior ao publico do Engenhão em 10 mil, um clássico que decidia um título, enquanto que o nosso, nada decidia. Levando em consideração que o jogo do Rio não teve transmissão local. Sem falar em Corinthians e Palmeiras

Isso demonstra nossa força e aí, se evidencia a falta que um departamento de marketing inteligente e competente faz, para reunir dados e elementos ilustrativos para vender nossas marcas fora dos limites de nossas fronteiras.

Não meus amigos, não podemos reclamar de nossas torcidas, elas tem nos dado respostas surpreendentes nos bons e mesmo nos piores momentos nossos.

Ela precisa ser valorizada, respeitada, vista, sentida, ouvida e a partir daí procurar trilhar “NOVOS RUMOS”.

Com todo respeito, eu me quedo e reverencio Sua Majestade, a Torcida Paraense!!

OBRIGADO

Ao tuíteiro Rui Sales,ex-presidente bicolor, indicando no seu TUÍTER, O acesso ao TUDÃO E TUDINHO.

SACANAGEM E DA CASCUDA

A antropofagia cabocla que há em todos os setores desta terra é uma praga.

Pensei que existisse só no rádio, mas está arraigado na alma pasraense.

O verdadeiro nome do MANGUEIRÃO é: ESTÁDIO "EDEGARD PROENÇA"

Domingo, 1º de Maio, o Mangueirão completou 20 anos da sua conclusão - era um bandolão e o governo do médico Almir Gabriel concluiu-o em 1º de Maio de 1991.

No portal da praça do estádio, pela Augusto Montenegro, foi colocada uma placa com o nome de ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ.

No programa BOLA NA ÁREA, da Rádio Liberal-AM, na oportunidade critiquei a ausência do nome do cronista esportivo - EDEGARD PROENÇA.

No governo ANA JÚLIA(PT) foifeita justiça: subiu uma nova placa: ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ "EDEGARD PROENÇA".

Pois bem: agora, pasmem, na surdina, tiraram a placa e puseram outra: ESTÁDIO OLÍMPICO DO PARÁ. Cadé o EDEGARD PROENÇA?

É dever da SEEL explicar o desrespeito com um dos maiores nomes(se não o maior)da crônica esportiva paraense.
É o que há!