Jogadoeres do PSC não toleraram receber vale referente ao mês de agosto.
Um atleta, na saída da Curuzu, dizia que o "que faria se o que recebeu não dá pra cobrir despesas do cartão de crédito". É o PSC sem perspectiva finaneira para saldar compromissos com jogadores, parte da comissão técnica e funcionários do estádio.
Com se não bastasse a insatisfação pela falta de dinheiro, Tiago Potiguar e Rodrigo quase vão às vias de fato por ocasião do treino de hoje à tarde na Curuzu.
Depois de uma dividida em que Potiguar entrou "rachando", Rodrigo não gostou e peitou o colega e foi preciso a intervenção da turma do deixa disso.
Soube-se que, no vestiário, Andrade conversou com os dois.
É o que há e boa-noite!
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
HOMEM ENDINHEIRADO É OUTRO HOMEM

Ontem, após o coletivo do Paysandu, no CEJU, em área do Mangueirão (propriedade da Federação Paraense de Futebol), conversei com Andrade sobre o seu estilo de ser treinador de futebol.
Antes de a bola rolar, em grupo, no centro do gramado, Andrade conversa com os titulares, passando a eles o que deseja. Bola rola e ele observa.
“Não é preciso falar alto, gritar, foi assim que ganhei o brasileiro no Flamengo. Faço o estilo do treinador do Vasco da Gama que conversa com os jogadores antes e depois do treino. Falo pouco, escuto muito, mas procuro observar”, disse Andrade em coletiva.
Ricardo Gomes, que está licenciado do Vasco (sofreu um AVE - acidente vascular encefálico), e o seu auxiliar, Cristóvão Borges, são do tipo discreto. E o Vasco está na briga pela conquista do brasileiro.
E ontem, à noite, pela Sul-Américana, o Vascou perdeu de 2 x 0 para o Universitário do Peru, e não se viu Cristóvão Borges gesticulando, pulando e gritando em nenhum momento da partida. É o jeito dele.
- O afastamento de Sandro Goiano, pela diretoria, mexeu com o elenco, Andrade? - Indaguei.
- Perdemos experiência e ganhamos a juventude de Daniel que é jovem e talentoso; Wânderson é experiente. A gente procura compensar de uma forma diferente. É claro que o Sandro tem muita experiência e isso em futebol é importante, mas vamos compensar isso com a juventude dessa garotada. Nós vamos aliar a experiência com a juventude. Acrescentou o técnico bicolor.
Após o coletivo, Andrade conversou em separado, primeiro, com Robinho, e depois - “mineiramente”- com Tiago Potiguar.
Se o estilo Andrade dará certo no Paysandu, francamente, não sei. O que sei é que homem endinheirado é outro homem.A diretoria tem que pagar hoje os caras. Se não pagar - penso - que será dificil o acesso.
É o que há!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
QUE TAPETE!

Num "tapete verde", melhor que o do Mangueirão, Paysandu realizou coletivo hoje de tarde no CEJU(propriedade da Fedração Paraense de Futebol), e Andrade testou equipe que enfrantará Luverdense, domingo, 17h, em Lucas do Rio Verde.
Alexandre Fávaro; Álax, Marcio Santos, Camilo e Fábio Gaúcho; Wânderson, Daniel, Robinho e Luciano Henrique(Tiago Potiguar); Welington e Rafael Oliveira.
Penso que Andrade escalará o time com Tiago Potiguar porque ele deu velocidade na saída do meio para o ataque.
O jogo de domingo será de vida ou morte para o Paysandu, que testará estilo "deixa a vida me levar" de Andrade!
É o que há!
SUA SAÚDE É UM BIG BEN
BIPOLAR
Este blogueiro apostolado e o atleta profissional Tiago Potiguar(PSC)divergimos-civilizadamente- por duas vezes: sábado numa roda em que se encontravam Leonardo e esposa, Rogerinho(ex-PSC) e o Costinha e hoje de tarde no CEJU, após o coletivo bicolor.
Tiago Potiguar deu-me a impressão de ser(condição) um ser(homem) humilde, de pouca cultura, e que - talvez - tenha refletido sobre o que falou na roda:
"Vocês repórteres criticam nós,jogadores, e não criticam treinadores".
Decerto que Tiago Potiguar não deu nome aos bois e eu em nenhum momento nominei quem quer que seja. Apenas registrei a frase do aplicado atacante bicolor. Ele não gostou.
Hoje, no CEJU, ele voi ter comigo e disse que não disse e eu disse a ele: "Tiago, sou homem prá sustentar aonde for preciso o que digo como radialista e o que escrevo como jornalista. Você falou!"
Ele tomou o seu rumo, entrando no ôninbus. Acabou!
Zé Augusto veio falar comigo e eu disse a ele o ocorrido. Zé limitou-se a sorri!
É o que há e boa-noite!
TUDINHO

FÉ! MUITA FÉ, RICARDO REZENDE!
Ele pertence a um grupo seleto de bicolores que não medem esforços prá ajudar o PSC. É um bicolor que no momento faz falta, porque quando precisava, Luís Omar ia ao escritório dele e não saia de mãos abanando. Dá última vez foram R$ 150 mil que ele emprestou ao clube, sem juros.
Ricardo Costa Rezende passará três meses em São Paulo se tratando, e amanhã começará tratamento quimioterápico e radioterápico.
Ontem conversei com “Popó” e me disse que está bem, cercado de familiares e os amigos telefonam diariamente, querendo saber como está passando. “Estou bem, Zé. Desde o dia 6 de outubro que não meto cigarro na boca, e mandei carta ao presidente da diretoria do PSC, Luís Omar, solicitando licenciamento da presidência do CONDEL por seis meses”, revelou Ricardo.
Com o licenciamento, professor Gemaque, que é vice, assumirá o cargo de presidente do Conselho Deliberativo do Paysandu.
Fé, força de vontade prá vencer os desejos dos vícios. Você, Ricardo, é muito mais forte que esses “prazeres” que debilitam o corpo. Fé!
METERAM TUDÃO EM MIM
Segunda-feira, de manhã, liguei duas vezes para Luís Omar e não conseguir falar com o presidente bicolor: chamava, chamava e não atendia. Abdiquei do intento.
À tarde, 15h, liguei e ele atendeu:
- Presidente, boa-tarde, dá prá ir ao meu programa hoje na Marajoara, às 20h? - Indaguei.
- Zé, o Guilherme Guerreiro me telefonou depois do almoço e eu já me comprometi com ele. - disse Luís Omar.
- Porra, Luís Omar, os caras te metem a taca de manhã na TV e de noite tu vais te defender na rádio? Tá legal! - respondi.
- Que horas é o teu programa? - Indagou Omar.
- 20H. Eu abro o programa contigo e 20h30 tu vais prá Clube! - Insisti.
-Tá legal! - Respondeu Luís Omar.
Na abertura do programa anunciei que esperava pelo presidente bicolor.
Neste momento entra ao estúdio o Feliz, dizendo:
- Zeca, o presidente mandou dizer prá ti que ele está com dor de cabeça e que não virá ao programa. Ele passou o dia na rua e está cansado!
- Tá legal! - Respondi e anunciei que o presidente não viria mais ao programa.
O resto vocês já sabem.
Querem saber minha opinião? Respeito à preferência dele pelo programa da Rádio Clube.
Todavia, mais uma vez fica provado que “gratidão é um fardo pesado, que se deixa na primeira esquina da vida”, dizia Jarbas Passarinho.
MIJOU PRÁ TRÁS
Carlos Ferreira, o conhecido “Patinho Feio” (apelido dado por Luís Araújo, pai do Monstro de Ouro do rádio esportivo), publicou fatos inverídicos sobre o CR, em sua coluna, e o jornalista e advogado Hamilton Gualberto patrocinou ação criminal contra o colunista esportivo.
Ao receber a convocação para estar dia 1º de dezembro, 15h30min, perante o juiz da 10ª vara criminal, na “Rômulo Maiorana”, Ferreira bateu às portas do escritório do advogado Jorge Borba, um dos assessores jurídicos das ORM.
Depois de ouvi-lo, Borba telefona para Hamilton Gualberto, propondo direito de resposta na coluna, e, por assim dizer, desistir da ação. Hamilton pediu tempo prá pensar, sem antes lembrar ao colega advogado que Carlos Ferreira já foi condenado a pagar R$ 120 mil ao ex-árbitro de futebol Tardeli por divulgação de fatos inverídicos. Como não tinha a “baba”, sobrou para o jornal.
O inferno é aqui mesmo: Carlos Ferreira não publica nada sobre o vice-presidente de futebol do CR, Hamilton Gualberto, e Ricardo Rezende, do Paysandu. Este o botou prá correr da Curuzu.
“Patinho Feio”, com seu ar professoral, num certo dia publicou que “o CONDEL bicolor era decorativo” e o Rui Sales tuítou: “Carlos Ferreira o teu patrão, Ronaldo Maiorana, é um desses conselheiros decorativos”.
No amistoso Remo e Tuna, o coordenador de esportes da Rádio Liberal, o Monstro de Ouro, o escalou para trabalhar no jogo. Ele pediu prá saí da escola e o Ivo foi em seu lugar. Sentiu o “cheiro da perpétua”.
CAVALEIROS DO APOCALIPSE
Em aniversário de família bicolor, semana passada, depois de algumas talagadas de uísque, Paulo Moraes, presidente da Assembleia Geral do Paysandu, lançou sua candidatura à eleição presidencial do clube de Suíço.
Logo surgiu o nome de Felipe Fernandes prá concorrer como vice de Moraes.
Aí um bicolor indagou: - Vocês não são da diretoria do Luís Omar? Silêncio.
1996
Neste ano quem comandava o PSC era Geraldo Rabelo. Todos que o apoiaram na eleição o abandonaram. “Gegé” ficou tão isolado que além de não ter mais dinheiro nos caixas das suas panificadores - Guamá e Sacramenta - os amigos não lhe emprestavam mais a “baba”.
A situação ficou tão periclitante que o Lula Pereira, treinador do time, emprestou R$ 10 mil para que o time fosse inscrito na FPF naquele ano para o campeonato.
Pois bem: após um RE-PA no Mangueirão, que o Paysandu perdeu para o Remo, Geraldo, indignado, mandou que o “seu” Jorge Mubarack deixasse a porta do vestiário aberta para que os torcedores invadissem o local e desse uma “lição” nos jogadores. Imagine 18 jogadores dentro de um vestiário se defendendo ou dando porrada, também, diante de uma turba enfurecida!...
Sérgio Sarubi ouviu a ordem e trancou a porta do vestiário e a desgraça não se concretizou.
Vejo o PSC de hoje igual ao de 1996: Luis Omar está sozinho. Até os “cavaleiros do apocalipse” o abandonaram. É a vaidade humana mais uma vez atrapalhando o clube que deu as maiores glórias para o futebol da Amazônia.
Rafael Oliveira é outro que anda puto na Curuzu.
“Como é que Luís Omar paga a metade do pacote do Andrade e do seu auxiliar e não nos paga? Seria preferível que ele mantivesse o Lecheva e o Sandro!” As palavras foram proferidas por um jogador no bar do Costinha.
É o que há!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
SUA SAÚDE É UM BIG BEN
RASTEIRA
Os ouvintes que me acompanham nos programas que apresento na Rádio Marajoara-AM-1130 me mandam "torpedinho", acusando Luís Omar de ter me passado a perna, porque preferiu ir ao programa da Rádio Clube, na segunda-feira,à noite, em vez de ir para o meu.
Em nome da verdade, que a razão deste espaço virtual, explicarei amanhã os fatos. Certo?
E o "Patinho Feio" mijou prá trás.
É o que há e boa-noite!
ANDRADE: "DEIXA A VIDA ME LEVAR"

A grande maioria dos treinadores de futebol no Brasil são do tipo “espetáculo” à beira do gramado: gritam, gesticulam, pulam, vibram, rogam a Deus com às mãos postas para o alto, principalmente quando sabem que tem uma câmera de TV por perto. São os treinadores presepeiros.
Há treinadores que gesticulam, que gritam, que vibram com os jogadores, que gritam pornofonias e que são reconhecidamente excelentes profissionais.
E há treinadores discretos, que falam mansamente, que não gritam e nem gesticulam. São totalmente o oposto da grande maioria dos treinadores deste país.
Por aqui por Belém já passaram(e continuam passando) por Remo e Paysandu os dois estilos: os espalhafatosos à beira do gramado e os "mineirinhos"
Prefiro falar dos que não se ouve um “aí”, quanto mais um berro á beira do gramado: Jouber Meira, Carlinho Silva, Vitor Jaime (macapaense que dirigi o Parauapebas) e agora o Andrade, no Paysandu.Dizem que esses treinadores não vibram, naõ entram no clima do jogo...
Venho acompanhando o treinador do Paysandu desde que pisou no aeroporto de Belém. É solícito, educado, civilizado, atencioso. É discretíssimo.
Andrade, no vestiário, conversa com seus jogadores; procura saber se há problemas, mas tudo ao pé de ouvido.
Quando entra em campo, para comandar treino, primeiro reúne o time principal e diz o que deseja e fica a margem do gramado, e o auxiliar, Julio Camargo, é quem vai orientar o treino.
Andrade é referência pelo nome que fez como jogador de futebol do Flamengo: ontem em São Miguel do Guamá foi cercado pelo torcedor e a todos deu atenção.
No atual momento do futebol brasileiro poucos treinadores são do tipo “deixa a vida me levar”: Cristovão Borges (treinador interino do Vasco da Gama, auxiliar de Ricardo Gomes, que em agosto sofreu um acidente vascular encefálico-AVE), Otacílio Gonçalves e Andrade.
Sábado passado fui ao Mangueirão e assistir ao treino do Papão; vi o treinador Andrade conversar em separado com o elenco titular e comandar o treino da beira do gramado; Julio Camargo, dentro do gramado, orientou a rapaziada bicolor.
Totalmente diferente de Edson Gaúcho. Se vai dá certo só o tempo dirá.
É o que há!
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