sábado, 3 de dezembro de 2011

ÊXTASE!


Eu não vi o Beto jogar futebol, mas vejo a alma, a dedicação, a credibilidade que ele tem prá comandar festa tão significativa e que já está no calendário anual do nosso futebol: a festa dos atletas veteranos do Paysandu. É brilho, é emoção, é arrebatamento de gerações de ex-jogadores e de torcedores que ajudaram a fazer com que o Paysandu seja o único clube na Amazônia a ter as maiores conquistas futebolísticas.

Dadinho, Robgol e Vandick(foto) ajudaram a dá ao bicola títulos que nenhum clube na Amazônia legal tem: maior número de títulos estaduais, Copa Norte, Campeão brasileiro da série B e Campeão dos Campeões.

Hoje de manhã me senti enlevado, ao ver primeiro o meu "Tudinho", vestido com as cores do Papão, tocando na bola com o pé esquerdo no gramado da Curuzu, e depois o trio de atacantes que honrou a camisa alvi-celeste.
É o que há!

BATEU E ASSOPROU


Francisco Gemaque, antes de assumir a presidência do CONDEL bicolor, foi a São Paulo conversar com Ricardo Rezende, presidente licenciado para tratamento de saúde.

No retorno a Belém, o conhecido professor Gemaque manteve uma longa conversa com os auditores (Natalino e Aurélio Corrêa) que estavam auditando as contas do clube referente ao exercício 2010.

Deste encontro com os dois auditores, Gemaque já ficou sabendo que as contas do Paysandu, referente ao exercício anterior, havia muitas contradições e isso fez com que os dois profissionais da contabilidade devolvessem todos os documentos contábeis disponíveis ao promotor público, Nilton Gurjão, um dos membros do Conselho Fiscal do clube.

Não contente, Gemaque conversa com Gurjão e este lhe passa que o Paysandu não tem conta bancária e todo dinheiro que entra no clube é depositado em conta particular do presidente ou de terceiros e o mais elementar em uma empresa o Paysandu não tem: livro caixa. O que há na contabilidade do clube são notas fiscais em nome de diretores.

O homem que aparece ao lado de Luis Omar (foto) é Francisco Gemaque, vice-presidente do CONDEL, no exercício da presidência, foi diplomático, mas incisivo no encontro de ontem de 32 conselheiros com o presidente da diretoria bicolor, Luís Omar Pinheiro.
Omar expressou seu descontentamento com a imprensa belenense que “massacra o clube” falando ou escrevendo “inverdades”, que na sua administração o Paysandu contratou 167 atletas (foram 122, segundo o próprio).

Gemaque fala aos presentes das dificuldades contábeis do Paysandu e em dado momento se dirigi ao Luís Omar: “Presidente, suas contas não batem receita e despesa. Agora, se o Conselho quiser aprovar suas contas pode fazer com parecer de ressalva. Sabemos que você é uma pessoa correta e tem mais de R$ 1,5 mi no clube, mas está tudo errado”.

luís Omar ouviu calado.

Presidente do CONDEL marcou reunião para o dia 12, segunda-feira, às 20h na sede do Paysandu, e com certeza neste encontro o bicho vai pegar porque alguns conselheiros não aprovarão as contas.

Os mais representativos conselheiros opositores de LOP, Dr. Sérgio Chermont, Dr. Alaci Nahun e desembargador Leonan Cruz, não compareceram à reunião.
É o que há!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SUA SAÚDE É UM BIG BEN



RE-PA
Como parte das comemorações dos 396 anos de Belém do Grão Pará, a prefeitura Municipal da cidade pretende patrocinar RE-PA para o dia 12 de janeiro de 2012, data da fundação da cidade.

Presidente da FPF, Antônio Nunes de Lima, comunicou ao presidente do Paysandu, Luís Omar, na tarde desta sexta-feira.
É o que há!

BRILHOU NO RE-PA


Dadinho está em Belém e será homenageado neste sábado na festa que A Associação dos jogadores Veteranos do PSC promove todo final de temporada.

Sempre sorrindo e cheio de vida, Dadinho fez a festa de remistas e bicolores com gols belos e decisivos.

Mas, em 1985 fez greve no Baenão(não apareceu prá concentrar) por que o clube atrasou o pagamento das suas luvas. Pagaram e ele entrou em campo e foi campeão.

BATEU E ASSOPROU
O presidente do CONDEL bicolor, professor Gemaque, ao falar na reunião de hoje, no restaurante bicolor, deixou todos os presentes perplexos com as criticas a administração do Luís Omar.

Conto amanhã no blogue.
É o que há e boa-noite!

PREVENDO O GUIZA


Já revelei que o presidente do CR, engenheiro Sérgio Cabaça Braz, é do tipo educado, não alterca com ninguém, mas é turrão: é só ele! Só ele! E só ele. “Ele está correto. O sistema é presidencialista”, dizem os amigos do chefe da diretoria executiva do CR.

O vice de futebol, advogado e jornalista Hamilton Gualberto, não gostou de saber, por terceiros, que Haroldo Bezerra era o novo assessor de imprensa do clube. “Ele nem se apresentou a mim, aqui no Baenão”, disse Gualberto.

No início da noite de quarta-feira, na sede do clube, por ocasião da assinatura de contrato com a UMBRO, o vice-jurídico, advogado Ronaldo Passarinho, em conversa numa roda revelou que “só não largou o Remo porque sou, abaixo de Deus, minha família, Remo e sem-vergonha porque já tive vontade de largar tudo e ir embora”.

Ouvi a queixa do respeitadíssimo “cardeal” e procurei saber o porquê da insatisfação:
“Zeca, eu não sou ouvido como vice-juridico em assuntos relevantes. Eu e o Dr. Pablo Coimbra Araújo estamos aqui todo dia e só nos diz respeito resolver problemas na justiça do trabalho e nada mais. Este contrato que o Cabeça fez com o empresário Eduardo Guizo nós não fomos consultados. Ele tem uma empresa, a ELEMENTUS, que tem registro na JUCEPA com capital de R$ 10.000,00. Se este negócio não dé certo aqui na sede como podemos questionar na justiça se o capital da empresa dele é irrisório?”, falou Passarinho.

Em Belém, Eduardo Guizo é(ou foi) representante comercial do arroz “Tio João” e, segundo se comenta na praça, é conhecido pelo “guiza” que tem aplicado em gente como o ex-goleiro do CR, Dico.
Hoje, este tipo de gente, está instalada dentro da sede social do CR! É extranho que Sérgio Cabeça não tenha o "currículo" deste empresário!
É o que há!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

EMBUSTEIRO

Haroldo Bezerra, assessor de impresna do CR, não é formado em comunicação e não tem registro nos sindicatos dos jornalistas e dos radialistas do Estado do Pará. Não tendo registro na DRT - Delegacia Regional do Trabalho - não pode exercer a profissão.

Ano passado, Bezerra assessorou jornalísitcamente o clube, e como não recebia vencimentos foi à justiça do trabalho, cobrando mais de R$ 200 mil. fez acordo: R$ 20 mil parcelados de 7 vezes(6 de 3 mil e mais uma de 2 mil, à partir de fevereiro de 2012) e mais o seu retorno às atividades no Baenão.

O presidente do CR, Sérgio Cabeça, concordou, mas o vice-presidente jurídico, Dr. Ronaldo Passarinho, alertou o presidente remista para a ilegalidade, já que o Remo pode ser acionado pelos sindicatos das categorias dos jornalistas ou dos radialistas.
Se bem que eu não acredito nessa tomada de posição.

Se um falso médico é pegado consultando é preso; se um advogado rabo de cabra é denunciado logo, logo é algemado, mas eu nunca vi "jornalista" ou "radialista" ser denunciado pelo exercício ilegal da profissão. Em Belém como tem.

FINALMENTE, A VERDADE

A única paternidade que a Bíblia dá ao diabo é que ele é o pai da mentira.

“Mentira tem perna curta”, diz o velho aforismo. E ninguém gosta de ser enganado.

E todo mentiroso tem sua recompensa, cedo ou mais tarde, a verdade prevalecerá.

Na sexta-feira, 18, antes do embarque, o presidente Luís Omar disse aos jogadores que os R$ 100 mil que a Assembleia Legislativa do Estado deu ao clube foi em cheque e que não houve tempo de desconto ou troca, mas que os atletas poderiam ficar tranqüilos que lá em Natal, no hotel, o Fred, diretor de futebol do clube, faria o pagamento de cada um que não recebeu ou que quem preferisse o dinheiro seria depositado em conta corrente.

Sábado, 19, eram visíveis as impaciências de Rafael Oliveira, Robinho, Tiago Potiguar, Visotto e outros jogadores que perguntavam uns aos outros: “Tu viu (sic) o Fred?” A cada minuto aumentava a angustia dos jogadores que não receberam vencimentos e queriam uma satisfação...

Domingo, 20, de manhã os jogadores foram ao café já com as caras enfarruscadas e indagando pelo presidente. Luís Omar só embarcou no sábado à noite, chegando a Natal de manhã e foi com a delegação para Goianinha. Mas nada falou aos jogadores sobre a “baba”.

Rafael Oliveira telefonou pra Belém a um membro da sua família, querendo saber se havia dinheiro na conta, e responderam que na “conta não há depósito nenhum”; Tiago Potiguar quando soube que não receberia antes do jogo saiu chutando o balde do lixo.

Com a derrota de 2 x 0, no primeiro tempo, Luís Omar atravessou o campo e foi ao vestiário: sem tugir e mugir ouviu a preleção de Andrade, que pediu empenho dos jogadores.

No segundo tempo o presidente bicolor pretendeu ficar no banco de reservas, mas foi barrado pelo árbitro regra três.

“Presidente, o maior reforço do Paysandu será o pagamento em dia dos jogadores”, foi a maior contribuição do Roberto Fernandes ao Luís Omar. Este foi ludibriado pelos seus dois diretores, Izomar Souza e Ozimar Vasconcelos, que se deixaram levar pelo treinador e contrataram atletas rodados: Visotto (diz-que a maior mala), Juliano, Rodrigo Pontes, Wagner, Charles Wagner, Josiel e Márcio Santos.

Izomar Souza dizia ao presidente que com este time “o Paysandu, por jogo, colocaria no Mangueirão 27 mil torcedores, arrecadando R$ 400 mil”. Luís Omar caiu no conto de quem nunca deveria ter assumido a direção de futebol do clube. Infelizmente, está demodê.

Luís Omar,embora não chie, sabe que foi pessimamente assessorado na Curuzu e, infelizmente, mais um ano no purgatório do campeonato brasileiro - a série C.
É o que há!