
Se os aeroviários deixarem, amanhecerei, nesta quinta-feira, em Macapá.
Ando emprenhado de saudade da minha deusa, da minha luz, da minha Tia Maria.
Eu preciso tomar bênção dela(de mão beijada), senti o cheiro(que cheiro!) dela, saborear o feijão com peixe frito no cuí da farinha, finalmente, ouvir o que ela tem prá me dizer.
Ela sempre tem uma palavra futurista.
Mas, os blogonautas não ficarão sem as boas!
Boa-noite!
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