quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

PRESENTÃO!


O talentoso e internacional violonista paraense Sebastião Tapajós (foto) apareceu na sede do Paysandu e expressou o seu amor ao clube, dando uma “canja”, dedilhando por mais de uma hora o seu violão para o arrebatamento dos bicolores presentes às comemorações dos 97 anos de existência do clube que conquistou e deu as maiores glórias ao futebol profissional do Pará.

O NOVO ESTATUTO

Até 17 de março o novo estatuto do Paysandu estará pronto e adaptado ao Código Civil Brasileiro e será levado à apreciação da Assembleia Geral do Clube.
Ao comando do presidente do CONDEL bicolor, Ricardo Rezende, advogados bicolores Luís Carlos, Alexi Lima, Izomar Souza e Newton Gurjão (este promotor público) estão cuidando de engendrar a nova “carta” do clube.

SIDINY FOI VETADO

Sem poder contar com a sensação bicolor, o lateral Sidiny(com contratura muscular), o PSC está concentrado e escalado para o jogo de logo mais contra a TLB, no estádio da Curuzu, 20h30.

Ney; Álax, Ari, Cristiano e Brayan; Bily, Alex Carioca, Álison e Tiago Potiguar; Rafael Oliveira e Alex Oliveira. Técnico: Sérgio Cosme.

Tuna Luso Brasileira: Adriano; Hugo de Leon, Cristovão, Bruno e Léo; Negreti, Dudu, Alex Pinho e Whelton; Canú e Fabinho. Técnico: Flávio Goiano.

Árbitro: Glauber José Miranda.
É o que há!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

SUA SAÚDE É UM BIG BEN



ATENÇÃO!

A Rádio Liberal-AM desde hoje, 2, passa a ser LIBERAL-CBN e, portanto, muda a programação: José Maria Trindade apresentará de segunda a sexta-feira, às 8h. CBN-OPINIÃO.
O BOLA NA ÁREA será apresentado aos sábados das 9 às 11h.
Rogo a compreensão dos meus anunciantes que acreditam no meu trabalho - BIG BEN, UNIMED E BELÉM IMPORTADOS - e, principalmente, os ouvintes que me acompanham havia anos. Mudam dia e horário,mas não o entusiasmo e o estilo prá fazer um rádio dinâmico, educativo, informativo, crítico e apartidário.
Obrigado!

QUE JOGO, MAS A DECEPÇÃO FOI O APITADOR!

Os primeiros 25 minutos do primeiro tempo o jogo Remo e Águia de Marabá foram marcados pela velocidade espantosa dos jogadores Helsinho, Tiago Marabá e Paulo André que se depararam com uma zaga atenta e bem plantada do time marabaense.

O Remo não marcou e o Águia equilibrou as ações. Aos 25 minutos o auxiliar Alessandro Guerra levanta a bandeira e o árbitro Andrei Silva e Silva desmarca gol marabaense, acusando impedimento de Patrik. O técnico João Galvão xingou asperamente a arbitragem.

O desejo dos "cardeais" em ver o Andrei apitando os jogos do Remo prejudica a atuação deste árbitro que tem tudo prá ser o melhor do Pará, mas está estiguimatizado como apitador que em campo "veste azul". Foi visível o nervosismo do árbitro que fez um sofrível primeiro tempo.

Aos 3 minutos do segundo tempo a zaga do time marabaense parou num cruzamento e o goleiro Alan falhou e disso se aproveitou Sam para marcar de cabeça: 1 x 0.

Um jogo jogado, recuado, marcado e contra-atacado em velocidade de ambos os times.
O goleiro Lopes precisa melhorar prá garantir a titularidade do gol remista.

A decepção da rodada: São Raimundo 1 x 2 Cametá. Estão enganando o torcedor santareno.

Castanhal 3 x 1 Independente. A rodada será complementada nesta quinta com o primeiro clássico do campeonato: PSC X TUNA.
É o que há!

UMA DAS MINHAS PAIXÕES!



Uma das mentes mais férteis do início do século XXIX foi à do francês Marcel Proust que lançou uma única obra: EM BUSCA DO TEMPO PERDIDO que tenho o prazer de tê-la em minha humilde estante do meu lar “dois-prá-lá-dois-prá-cá”.

Na obra, o romancista discute em exaustão os temas o TEMPO E A MEMÓRIA. Diz ele: “Com o passar dos anos tudo é levado de arrasto, modificando, transformando, vencendo e extinguindo todos os sentimentos, paixões amores, ideias, opiniões e até os corpos. Com o passar do tempo, o esquecimento e a indiferença sobem das profundezas do indivíduo para destruir tudo aquilo que o ser humano julgara eterno e inamovível”.

Em outro parágrafo, através do personagem, Proust sentencia: “Cada vez mais ele se convence de que o amor, como qualquer sentimento, se degrada e destroi com o passar do tempo”. Não é verdade.

Um clube de futebol não trai, não engana, não mente; perde e quanto mais perde mais aumenta a paixão; fica-se irado quando o time perde, mas logo passa e basta à próxima vitória para tudo “se acabar na terça-feira”.

A minha paixão pelo Paysandu começou na década de 60, em Macapá, pelo exemplo de amor que via expresso nas atitudes do “seu” Joaquim, açougueiro único do meu bairro Trem. Nas tardes de domingo o conhecido vendedor de carne saia às ruas do bairro com um enorme rádio ZENITH no ombro às alturas ele e quem passassem do seu lado ouvindo a transmissão da Rádio Clube do Pará. E quando o Paysandu vencia tudo era alegria no seu talho, mas se o Paysandu perdia, ele não abria o açougue no dia seguinte prá não aturar as gozações dos remistas, e, consequentemente, prá eles não vendia um grama de carne. Ele era folclórico e amigo da garotada. Eu era um desses “chapas” do “seu” Joaquim, porque fazia mandado prá ele e ganhava trocados.

Com seu ZE NITH, aos domingos, à tarde, chegava à taberna do turco Chafik, esquina da Jovino Dinoá com Desidério Antônio Coelho (Praça da Conceição) e tomava talagadas de” Canta Galo” a cada gol de Quarentinha, Tuíca e outros. Ele aumentava o volume do rádio.

Acabava o jogo. Paysandu vitorioso. Ele saia pela Jovino Dinoá com seu inseparável “amigo” no ombro e gritando “Papão, Papão, Papão!!!” E eu e o Zuzu, Manelão, Didias, Bianor, Jaime e outros meninos saíamos atrás repetindo suas palavras.Quando chegava no bar do “seu” Luiz Góes, perto do seu açougue, ele mandava o balconista distribuir picolé e garapa com pão prá todos nós. Festa!

Chego em Belém no final da década de 70 prá estudar Letras e depois Jornalismo na UFPA e em 80 consigo o que queria; ser repórter esportivo na Rádio Guajará ao lado de Zaire Filho, Guilherme Guerreiro, José Maria Simões e outras feras. O chefe, o Zé Simões, manda-me para o Baenão. Foi um dos meus primeiros sofrimentos ocultos em Belém do Pará e aprendi a separar o joio do trigo. Logo que cheguei ao Baenão deparei-me com dois consagradíssimos repórteres: Jurandir Bonifácio e Walfong Fontes Filho. Remistas até a medula. Quando indagado sobre minhas cores clubísticas não neguei: “Torço pelo Paysandu!” E sou grato ao Juruca por não ter me derrubado aos cartolas.

A princípio foi angustiante prá eu ter que divulgar os fatos do Clube do Remo denotando paixão. O repórter que torce por um clube e trabalha em outro tem que ser ator e que ator. Pior: quando o clube do seu coração vence e você não pode manifestar alegria dentro do clube que você trabalha. Tem que ser dissimulado.

Paysandu, 97 anos, o maior detentor de títulos no Pará; o único clube do Norte do Brasil que deu as maiores glórias para o futebol da Amazônia.

Marcel Proust não soube o que foi amar um clube de futebol e é, talvez, por isso, que seja um romancista decepcionado com o amor. Eu amo e vou morrer amando as mulheres que amei – principalmente as mães dos meus filhos – e o Paysandu!
É o que ha!

REMO E ÁGUIA, O JOGO ESTRATÉGICO

Paulo Comelli fará três mudanças no time do Remo para o jogo desta quarta-feira contra o Águia de Marabá.

Técnico azulino buscou na base do Remo garoto de 18 anos – Paulo André – para reforçar ataque ao lado de Tiago Marabá. Fininho senta no banco.

Além de Paulo André, no gol sai Léo para a entrada de Lopes, que estreia, e no meio-campo sai Ramon e entra Mael.

João Galvão, técnico do Águia de Marabá, preferiu mudança tática: desloca o lateral Ley para o meio-campo e Sinésio entra na lateral-esquerda.

Remo: Lopes; Helsinho, Paulo Sérgio, Rafael Morisco e Marlon; Sam, Mael, Luís André e Tiaguinho; Paulo André e Tiago Marabá. Técnico: Paulo Comelli.

Águia: Alan; Roberto, Darlan, Charles e Sinésio; Analdo, Ley, Fabrício e Berg; Marquinhos Marabá e Torrô. Técnico: João Galvão.

Árbitro: Andrei da Silva e Silva.

São Raimundo e Cametá jogam em Santarém sob o comando de Adevaldo Figueiredo.

Em Castanhal o time do mesmo nome recebe o Independente e o árbitro será Nelson Casemiro.
É o que há!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

SUA SAÚDE É UM BIG BEN



PAULO COMELLI E JOÃO GALVÃO MUDAM SEUS TIMES!

No Remo, Comelli fará três mudanças: Lopes entra no gol; Mael no meio-campo no lugar de Ramon e Paulo André,18 anos, entra no ataque no lugar de Fininho.

Galvão, treinador do Águia de Marabá, deslocará Ley da lateral-esquerda para o meio-campo e Sinésio será o lateral.

AVISO AOS OUVINTES DO PROGRAMA BOLA NA ÁREA<

O programa passa a ser apresentado aos sábados, das 9 às 11h. na Rádio Liberal-AM - 900 kwz
Boa-noite.

CUIDADO COM A TUNA!

Na quinta-feira, na Curuzu, teremos o primeiro clássico do Parazão/2011 entre Paysandu e Tuna Luso Brasileira, e, penso, a partir daí podemos tirar nossas conclusões mais acuradas sobre o neófito time de Flávio Goiano e a mesclada onzena (novos e trintões) de Sérgio Cosme, que como técnico de futebol ainda não me convenceu diante do que vi do time do bicampeão paraense nas duas partidas contra Castanhal e Independente.

Flávio Goiano manterá os três volantes – Negreti, Dudu e Alexandre Pinho – que são fortes na marcação e permanecerá com Whelton, que dará mobilidade ao sistema ofensivo e o Felipe Mamão entrará no ataque ao lado de André Barata. As duas estréias.

A Tuna ainda não venceu; empatou em 1 x 1 com o Águia(Marabá) e 0 x 0 com o Castanhal. Mas é um time que merece respeito pela jovialidade do seu meio-campo.

No Paysandu, os zagueiros Ary e Cristiano Laranjeira estão sendo chamados de “passarões” pelo torcedor bicolor. Não é bem assim. Lembro que em 2002 o Paysandu foi Campeão dos Campeões, diante do Cruzeiro, com uma dupla de zagueiros que era bastante criticada pelo torcedor: Sérgio e Gino (este era o capitão da equipe bicolor).

Obedecendo a velha máxima (e eu concordo) que em futebol time que ganha não se muda, Cosme deve manter: Ney; Sidiny, Ary, Cristiano Laranjeira e Braian; Bili, Alexandre Carioca, Wálison e Tiago Potiguar; Alex Oliveira e Rafael Oliveira.

1x1 foi o resultado do último jogo (amistoso) entre Tuna e Paysandu, na Curuzu, quando o time bicolor se preparava para enfrentar o Salgueiro.
É o que há!