Na abertura do Parazão 100, os meninos do Paysandu perderam uma carrada de gols, principalmente no primeiro tempo, por falta de finalizações. Não faltou empenho, mas pensar as jogadas para que pudessem redundar em gols. Faltou competência aos meninos do Nad.
O Cametá não teve volume de jogo, mas soube cadenciar as jogadas e em duas oportunidades Rafael Pati foi o cara do jogo, fazendo os dois gols do representante cametaense aos 30 do primeiro tempo e aos 35 do segundo.
Luan, que desperdiçou mais de cinco oportunidades, fez o único gol do Papão, aos 22, também do segundo tempo. Mas antes cabeceou e a bola se chocou no travessão do arqueiro Evandro.
O neófito time bicolor teve volume de jogo, mas não teve habilidade individual para aplicar sonora goleada no razoável time do Cametá.
Mais uma vez o velho e surrado jargão futebolístico prevaleceu: quem não faz, leva. Foi o que aconteceu com o time do Nad.
Não diria que foi uma das maiores injustiças que já vi nos campos paraenses, mas o Cametá tem experiência e isso prevaleceu, enquanto que o time do Paysandu precisa urgentemente de três ou quatro jogadores que pensem em campo. Que saibam antever as jogadas. Jairinho foi o melhor jogador bicolor em campo.
Tobias, Luan, Netinho, Bartola precisam justificar que são jogadores do Paysandu. E à diretoria não deve jogar a toalha e buscar seus objetivos. O caminho é este! Senhores Olívio, Felipe e João não desanimem!
Sem querer chorar leite derramado, mas o Paysandu perdeu mais de dez oportunidades cristalinas por ansiedade dos jogadores.
A torcida bicolor, por não acreditar no time, foi à decepção.
ARBITRAGEM
Joelson Silva dos Santos se houve bem. Seus auxiliares - Lúcio Ipojucan e Hélcio Araújo - bem, também.
É o que há!
sábado, 14 de janeiro de 2012
100 E OS MENINOS DA CURUZU

Parafraseando o ex-presidente Lula, nunca antes na história do futebol paraense um time profissional utiliza 99% dos jogadores da terra. Pelo menos nos últimos trinta anos.
“Eles estão tendo a grande oportunidade da vida profissional deles, podem não ser craques, mas terão que mostrar comprometimento com o Paysandu. Prá ser mais preciso: eles terão que comer grama no jogo de hoje contra o Cametá”, disse Olívio Câmara um dos diretores do Paysandu. E é verdade!
Do time do Paysandu que entra em campo hoje contra o Cametá na abertura do centésimo Parazão, Robinho é o único que não nasceu no Pará: é mineiro, mas já vivendo aqui havia tempo.
Os de fora - Leleu, Paulo Rafael, Juliano e Rodrigo Cardoso - não estão regularizados junto a Federação Paraense de Futebol (o tal de BID) e Leandrinho, que arrebentou nos treinos, terá que cumprir suspensão porque foi expulso de campo quando defendia o Parauapebas contra o Castanhal pelo seletivo.
Jairinho, 23, lateral-esquerdo (foto), é natural de Parauapebas e foi trazido para a Curuzu pelo Costinha, que o viu jogando no campeonato daquela cidade, é a novidade, posto que o atleta está na Curuzu havia um mês. “Estou aqui na Curuzu por causa do “seu” Costinha que tem sido um paizão prá mim e espero não decepcionar nem ele e a sua esposa que têm me dado apoio”, disse o lateral-esquerdo que não tem vício da bebida e do cigarro. “É menino bom”, diz Costinha, entusiasmado com a estreia do seu pupilo.
Nos treinos, Jairinho demonstrou aplicação tática e excelente qualidade técnica. “Ele sabe jogar e conquistou a posição pelas qualidades que ele tem”, falou Nad, que mandará a campo: Ronaldo; Yago (que é o Picaxu), Tobias, Pablo e Jairinho; Billi, Neto, Robinho e Nenen Apeú; Élington e Luan.
No jogo desta tarde na Curuzu, o torcedor terá que entender que é uma nova forma de administrar o clube com os recursos que dispõem - humano e financeiro. É acreditar!
CAMETÁ
Com uma onzena encorpada e treinada pelo ex-atacante bicolor Cacaio, o time do Cametá está hospedado no hotel Paraíso desde as primeiras horas de ontem e chegou escalada para pegar o Papão logo mais na Curuzu: Evandro; Américo, Tonhão, Álison e Souza; Ricardo Capanema, Paulo de Tarso, Soares e Ratinho; Jailson e Pati.
ARBITRAGEM
Joelson Silva dos Santos será o árbitro central. Auxiliares: Lúcio Ipojucan R. da Silva e Hélcio Araújo Neves.
O campeonato terá sequência com os seguintes jogos: 19h, no Colosso do Tapajós São Raimundo e São Francisco; em Tucuruí jogarão Independente e Tuna. Amanhã, complementando a primeira rodada, no Baenão, 9h45min CR x Águia.
É o que há!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
SUA SAÚDE É UM BIG BEN
CADEIRAS
As cadeiras dos camarotes da Curuzu estão danificadas.
Olívio Câmara ontem, de tarde, tentava solucionar o problema junto a um representante comercial.
CONVERSA DE PÉ DE OUVIDO
Advogado Alex Lima, umn dos membros da comissão que comanda o futebol bicolor, terá uma "cochicho" com o Romário, torcedor que entra em campo com o time do Paysandu, carregando imagem de Nossa Senhora de Nazaré.
A comissão é contra.
DE OLHO
Fluminense(RJ) mandou "emeio" ao presidente do CR, Sérgio Cabeça, pedindo por empréstimo o atacante Jaiminho, 18, que foi destque do sub 20 do Remo na Copinha paulista.
"Só sai daqui se o Fluminense pagar R$ 1 milhão pelos direitos econômicos do jogador", disse Cabeça.
É o que há e boa-noite!
TAPA

Contrariando determinações do vice-presidente de futeblol do Clube do Remo, advogado e jornalista Hamilton Gualberto, o diretor de futebol(um deles), Francisco Rosas, que é desses que paga a vaidade para aparecer, entrou feliz da vida no gramado do Baenão, foi ao centro, circulou ao lado do jogador Magnun, que foi apresentado hoje de manhã ao treinador Sinomar.
As insinuações eram variadas de alguns funcionários do Baenão: "Rosas,o Hamilton vai querer a morte quando ve essa tua foto ao lado do Magnun no gramado do Baenã", diziam
Hamilton quando chegou no Baenão proíbiu os diretores de sentarem no banco da comissão técnica e entrarem no gramado a quando dos treinos do time. Hoje de manhã, como Hamilton não se fazia presente, Rosas pagou a vaidade.
Magnun, que completará 30 anos no dia 24 de março próximo, assinou contrato com o Remo depois de acrtos financeiros com o Francisco Rosas, que está bancando o jogador para o CR. "O Rosinha deu um tapa com luvas de pelica na cara de quem não quer lhe ver no Baenão", disse um diretor!
É o que há!
TUDINHO

A LATERE
Por ocasião da festa de apresentação do Parazão/2012, na boate do Pará Clube, na noite de quarta-feira, 11, o vice-presidente da Federação Paraense de Futebol, José Ângelo Miranda, não foi convidado para fazer parte da principal mesa do cerimonial.
Além de ficar de lado, não teve seu nome citado em nenhum momento pelo mestre de cerimônia, Ney Messias.
Enquanto isso, Nunes era só satisfação porque a interiorização do campeonato é uma realidade. Aliás, graças ao governo do Estado que banca tudo. Até quando?
SEM QUÊ
Kleber Ribas de Almeida por muito tempo foi árbitro de futebol vinculado à FPF.
Quando José Guilhermino de Abreu assumiu a coordenação do Departamento de Árbitros da FPF, por indicação do vice-presidente da entidade, José Ângelo Miranda, alguns apitadores não foram mais escalados para os jogos do campeonato paraense sem mais explicações.
No dia 10 passado, o ex-árbitro Kleber Ribas mandou ofício ao Nunes, presidente da FPF, pedindo sua desvinculação do departamento e ao mesmo tempo pede que a “Comissão de Árbitros desta entidade expeça e forneça ao peticionante CERTIDÃO resumida de todo o período da prestação de serviços para esta conceituada entidade...”
Antônio Nunes de Lima leu e disse “não” às pretensões de Kleber Ribas, que está com advogado engatilhado para bater à porta da Casa do índio.
CÃO E GATO
O diretor das divisões de base do Paysandu, Mancha, não tolera o diretor do departamento de futebol profissional do clube, Carlos Dorneles. “Ele quando era diretor do Remo me acusava de aliciador dos jogadores da base do clube e eu nunca fiz isso. Os pais de alguns jogadores do Remo me procuravam querendo colocar seus filhos no Paysandu e agora ele esqueceu.” Disse Mancha ao amigo Paulinho Oliveira.
Há quem diga que Carlos Dorneles entra -é claro - em todos os departamentos da concentração bicolor, mas ainda não cruzou a soleira da porta do departamento comandado pelo Mancha porque sabe que não será bem-vindo. Os dois não se falam.
Presidente do CR, Sérgio Cabeça, fez o quer no Baenão; Artur Tourinho, que o levou para a Curuzu, já manifestou interesse em tê-lo no comando das divisões de base da Tuna, de onde o tirou em 2000.
Por outro lado, há quem diga que é ciúme do Mancha, porque pretendia ser o diretor de futebol do Paysandu. “Já que o treinador é o Nad e os jogadores da base serão aproveitados no profissional, então a lógica seria Mancha, o comandante”, diz Paulinho Oliveira.
Oliveira vai mais além: “Quantos jogadores da base do Remo foram vendidos nos últimos três anos? A base do Paysandu vendeu Moises, Marabá, Jênison, Rafael Oliveira e agora lança seis no time profissional.”
Paulinho Oliveira, também, não concorda com a presença de Carlinhos Dorneles na Curuzu.
MAESTRO
Francisco Rosas foi o articulador da contratação do meia-atacante Magnum, que hoje se apresenta no Baenão.
Contrato até maio, definição de vencimento e adiantamento salarial foram definidos no escritório do diretor de futebol remista com o próprio jogador que confiou em Rosas.
Magnum surgiu nas divisões de base da Tuna, transferiu-se para o Paysandu, foi levado ao Santos pelas mãos do empresário Chico Ferreira e depois ganhou o mundo.
DIABO,MONSTRO E ASSASSINO
Já fui ameaçado de morte (tentou passar com carro por cima do meu corpo), agora sofro ameaça de porrada do monstro de caráter ogro do rádio esportivo paraense. A ameaça foi ouvida na boate do Pará Clube, numa roda onde estavam desportistas (e até um velho assassino), que ouviram e me aconselharam a tomar providências.
O velho BO, contra o monstro, faz parte do meu sórdido arquivo (e graças ao pai, desisti da ação), mas como é assassino por natureza (DNA é DNA), tomarei providencias junto às autoridades competentes.
Quanto aos que me acham chato como repórter, nada devo, nem favor. Como jornalista esportivo nunca fui desmentido, e como homem ando de nariz empinado, porque( ainda) não tirei a vida de semelhante, não ando enganando pessoas e não tenho aparência de giz.
“Eu prefiro saber quem eu sou (e me afastar) a pensar aquilo que não sou e quebrar a minha cara”, ou como disse José Alencar, o ex-vice-presidente deste país:”Eu não tenho medo de morrer, tenho medo de perder a honra” ou quando eu passar pelas pessoas e elas dizerem baixinho: “Olha, este aí perdeu o emprego por homicídio ou por ter assediado sexualmente uma colega de trabalho”. A verdade dói, principalmente quando ela nos acusa.
É o que há!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
BELÉM OPUS ONE

Belém, meu amor!
Meu pudor!
Minha cor!
Minha flor!
Minha relação com Belém é "ex-corde".
Procedente de Macapá, cheguei aqui 5 de maio de 1979 prá estudar e depois de formado preferi ficar, e por aqui estou até hoje, depois de passar pelo Rio de Janeiro, em 1990, por indicação de Francisco César, O ASTRO, ex-superintendente da Fundação de Telecomunicação do Pará - FUNTELPA.
Depois de três meses, na Maravilhosa, bateu-me uma fossa desta cidade que abandonei tudo(mulher e filhos, inclusive) e voltei. Voltei prá ficar!
A minha relação com esta cidade é muito forte, porque ando curtindo Belém!
O que mais me chama atenção nesta terra é a sua relação com as águas. "Viajo" quando vou à Estação das Docas ou ao Boteco, olhando o movimento das águas formado pelos encontros do Guama com Maguary e Belém no vértice deste ângulo.
Desses 396 anos de Belém, curto havia 33.
Parabéns, minha querida Belém!
DADA A LARGADA

Na festa de lançamento do 100º campeonato paraense de futebol, que aconteceu na boate do Pará Clube, à noite de ontem, os presidentes de CR, Sérgio Cabeça, e da Tuna, Fabiano Bastos, se fizeram notar cercados dos seus diretores.
O do Paysandu, Luís Omar Pinheiro, não compareceu, mas foi representado pelo Olívio Câmara e Raimundo Feliz.
Sérgio Cabeça estava ladeado de Hamilton Gualberto, Marcos Pina, Osvaldo Campos, Pedro Minowa(tinha um assessor que guardava cadeira). O Francisco Rosas não se fez presente, porque ele e o Hamilton são matérias heterogêneas.
Na cerimônia estavam presentes o vice-governador, Elenilson Pontes; secretário de Esporte e Lazer, Marcos Eiró; presidente da Federação Paraense de Futebol, Antônio Carlos Nunes, e a superintendente da Fundação de Telecomunicação do Pará - FUNTELPA, jornalista Adelaide Oliveira, que assinou contrato de televisionamento do campeonato juntamente com os presidentes dos oito clubes participantes da competição.
A novidade este ano será a união entre os clubes e o projeto PRÓ-PAZ(foto) da Secretaria de Ação Social do governo, com os atletas mirins integrando as diversas categorias de bases de CR, PSC e TLB. É a parte social desta pareceria entre clubes e governo. Merecedor de encômios.
PROFISSIONALIZAÇÃO
O vice-presidente da Federação Paraense de Futebol, José Ângelo Miranda, acabou com a praga da abnegação no departamento de árbitros da entidade.
Desde que foi fundada, a FPF nunca remunerou os coordenadores da arbitragem paraense - sempre foram abnegados (trabalhavam de graça), a partir deste mês de janeiro José Guilhermino de Abreu, presidente, e Olivaldo Moraes, vice-presidente, têm contratos de trabalho com a FPF.
COTAS
Quando o jogo for entre pequenos o árbitro central receberá R$ 600.00, os assistentes R$ 300.00; pequeno x grande o central ganhará R$ 800.00 e os assistentes R$ 400.00; nos clássicos o apitador central receberá R$ 1.500,00 e os assistentes R$ 750.00.
É o que há!
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