CREsta marca não pertence ao Clube do Remo e o presidente Sérgio Cabeça não pode usar o nome leonino sem antes consultar a GOL STORY, dona dos direitos autorais por dez anos.
Andreas Dummer, dono da GOL STORY, empresa sediada em Santa Catarina, assinou o primeiro contrato com Raimundo Ribeiro por dez anos e houve a renovação contratual na administração Amaro Klautau, que recebeu adiantamento de R$ 57 mil prá serem descontados nos royalties das vendas das camisas do clube.
JUSTIÇADiante da impossibilidade de negociar a marca CR, o presidente Sérgio Cabeça consultou o departamento jurídico do clube que tem à frente Ronaldo Passarinho.
Este levará o problema ao CONDEL – Conselho Deliberativo –, que reunirá terça-feira, e com o aval dos “cardeais”, os advogados que trabalham com Passarinho – Pablo Coimbra Araújo e Denise Pinheiro Santos – baterão às portas da justiça paraense a fim de que o Remo possa reaver o seu maior patrimônio – sua marca.
IGNORÂNCIANo desespero de serem felizes dirigentes de CR e PSC assinam contratos com jogadores e empresas sem que os departamentos jurídicos dos clubes sejam consultados
No caso específico do contrato com BIG BEM/CLARO/CR/PSC houve desconhecimento dos dirigentes dos dois clubes do contrato com a Yayá.
Raul Neto está decepcionado com Remo e Paysandu; não foi por falta de aviso do pai.
GUERREIRO“Eu acho o Luís Omar um guerreiro porque um cara que é prático e de fora ainda consegue fazer o que ele faz, é um guerreiro, mas precisa ser tratado mais como profissional, não como lazer, é como eu vejo o Paysandu hoje. Não é que esteja abandonado, mas tinha que ter gestão melhor ali dentro, no sentido de ver, de respirar o Paysandu. É como eu te digo, hoje, a BIG BEM é uma empresa com 3.600 funcionários, o meu pai, o Raul, o Roberto e eu estamos aqui o tempo todo em cima da gestão. Nós temos o nosso lazer, mas nós estamos aqui de olho; se eu sair e passar um mês as coisas desandam porque não vou conseguir enxergar o que está acontecendo e quando a gente deixa na mão dos outros acaba indo para um caminho torto. Se você não tiver em cima do seu negócio, o negócio não vai crescer. CR e PSC precisam de gestão; os presidentes devem ter equipe de gestores”.
(Empresário Raul Aguilera Neto falando ao BOLA NA ÁREA da Rádio Liberal-AM)
MALEDICÊNCIA O meu silêncio com relação ao problema do ex-deputado Robgol (ex-jogador do Paysandu) não tem nada a ver com favores – e se tivesse diria, mas não tem.
Nunca pedi uma “Ana” ao ex-jogador e ao ex-deputado. Nenhum político paraense diz que eu ando pedindo assessoria ou qualquer benefício. Desafio!
Eu e Robgol temos relações inamistosas, porque quando jogador divulguei suas “puladas de cerca” e aí ele passou me olhar de soslaio, mas nunca me ameaçou. Ele é fino.
Estou atento às investidas do Ministério Público e da Polícia Civil, que até o presente momento não acusaram ninguém.
DESAFIOÉ o que vai ter pela frente Osvilmar Simões Ferreira, o Mazinho, treinador que será apresentado segunda-feira ao elenco tunante que não vê a cor de dinheiro havia três meses.
Mazinho era o auxiliar de Flavio Goiano que deixou o cargo depois de duas derrotas consecutivas: 3 x 1 Paysandu e 4 x 1 São Raimundo.
Alguns jogadores prá chegarem em casa,após o trabalho, pedem dinheiro emprestado aos diretores para pagarem ônibus.
“Quando era jogador fiquei três meses sem receber e fui campeão”, disse Mazinho a este blogueiro apostolado.
ASMAFoi essa a ideia que tive de Finazzi, 37, após os 20 minutos que jogou contra o Castanhal.
Falou aos repórteres –radio e TV –de forma ofegante, sentindo dificuldade respiratória devido ao cansaço que era visível. Ele balbuciava.
É o exemplo da decadência do nosso futebol.
APITOAos poucos os dirigentes de CR e PSC vão se conscientizando que no Pará tem árbitro de futebol probo.
Diferente de um passado não muito distante em que apitadores pilantras se vendiam prá remistas e bicolores.
A nova safra pode não ter currículo, mas não é safada, tem bom preparo físico, marca em cima não dando chance para os jogadores reclamarem das marcações. Erram, sem a intenção de ajudar A ou B.
Para o RE-PA de domingo,o Paysandu quer árbitro local, o Remo pensa na ideia.
É hora de dá uma oportunidade e este blogue acredita que o maior clássico da Amazônia, 1º de maio, seja arbitrado por um paraense.
DEUSÔ perseguição! Minha amiga Tânia Pimbinha, que lê todo dia este blogue, telefona prá me perguntar porque não falo em Deus; se eu não acredito nele.
Tânia, não é bem assim: acreditar neste Deus que todo mundo fala e crê é uma hipótese irrelevante; não acredito em Igreja e é por isso que não vivo enchendo o saco de Deus.Sou deísta.
Nos recônditos da minha alma, de manhã cedinho(ainda na cama) converso com o meu Deus - que é rico, poderoso e festeiro.Não vivo enchendo o saco dele!
E tudo que peço a ele, alcanço a graça!
É o que há!