segunda-feira, 4 de abril de 2011

O EXEMPLO DO ANTIPROFISSIONALISMO

A aparição da logomarca da CLARO na camisa do Paysandu mexeu com a suscetibilidade dos executivos da Fundação de Telecomunicações do Pará – FUNTELPA.

Daí a estatal mandar à FPF ofício no dia 1º de abril, comunicando o cancelamento do contrato de transmissão dos jogos do campeonato paraense de futebol profissional porque os clubes não cumprem com o acordado.

“Se quiserem receber a segunda parcela, cumpram ‘ipsis litteris’ com o contrato”. Foi à ameaça do Secretário de Comunicação do Estado, Ney Messias no programa BOLA NA ÁREA, da Rádio Liberal, de sábado.

Ontem, no jogo contra o São Raimundo, em Santarém, o Remo estampou na blusa: “O governo do Estado ajuda o futebol profissional do Pará”.

Toninho Assef, vice-presidente do Paysandu, anunciou no BOLA NA ÁREA, de ontem à noite, da Rádio Liberal, que o clube está providenciando a marca do governo no uniforme bicolor.

Mas não basta somente a marca (ou logomarca) do governo estadual nas camisas dos clubes: o contrato entre as partes exigi que nos ingressos haja a presença do patrocinador. E é pertinente a exigência da FUNTELPA.

Ontem este blogueiro passatempo conversou com o secretário da FPF, o Escotta, e o diretor técnico da entidade, engenheiro Paulo Romano, que mostraram que a gerenciadora do campeonato cumpre com suas obrigações: no site e nos impressos da Federação há a marca do governo estadual.
É o que há!

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